Artigos 6 meses atrás

O Saneamento Básico e a COP26

Não há respeito ao meio ambiente sem saneamento básico. Nesse artigo, o nosso Presidente, Yves Besse, lembra que esses assuntos precisam andar juntos, inclusive como bandeira das lideranças mundiais.

Essa semana foi rica em debates e reflexões por conta da reunião do G20 em Roma, na Itália, e da COP26 em Glasgow, na Escócia. Encontros fundamentais para a sobrevivência do nosso planeta, pautados por temas indiscutivelmente relevantes, como aquecimento global, preservação das florestas e redução de emissões. Líderes políticos e empresários foram cobrados e assumiram compromissos.

Essa pauta, no entanto, não está completa. Há uma questão mal resolvida pelos países emergentes e que exige a atenção urgente das nações desenvolvidas: o saneamento básico.

Esgoto a céu aberto, sem tratamento adequado, poluindo nascentes e rios, além do uso inadequado da água, comprometem o meio ambiente. Esses sãos males que atingem diversos países em desenvolvimento.  E isso precisa ser uma questão para as lideranças mundiais.

Quando ouço o Antônio Guterres, secretário geral da ONU, dizer que devemos parar de tratar a natureza como toalete, fico pensando em nós, no Brasil, que utilizamos a natureza como nossa toalete, despejando mais de 5.350 piscinas olímpicas de esgoto puro por dia na natureza.

Saneamento é preservação ambiental. Assim como o Brasil deve manter as florestas e controlar emissões, o país tem a obrigação de assegurar o uso de água e tratamento de esgoto adequado, preservando, assim, a riqueza de nossos recursos hídricos.

E quando falamos em buscar soluções, precisamos ouvir quem conhece o setor. Novos atores do saneamento têm muito a ensinar e a contribuir. No Brasil, são empresas que assumem a conta do passado, pagando outorgas bilionárias ao abraçar os serviços de saneamento para resolver os problemas do presente e do futuro. A ordem é mudar para solucionar.

Devemos apoiar os novos operadores privados do saneamento nas suas iniciativas inovadoras. Guterrez, ao defender o meio ambiente, alertou que temos conhecimento e tecnologia para solucionar o aquecimento mundial e salvar o planeta, o que falta é vontade política para fazê-lo. O mesmo ocorre no saneamento: se a população sofre com a falta de água e esgoto tratados e com enchentes e lixões, é por falta de vontade política. Saneamento básico é um direito do cidadão que também precisa virar bandeira mundial.

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